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União Europeia e EUA vão sancionar Irão por fornecimento de drones à Rússia

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Políticas da União Europeia

União Europeia e EUA vão sancionar Irão por fornecimento de drones à Rússia

Cerca de uma dezena de indivíduos e entidades do Irão será sancionada pela União Europeia e os EUA por estar envolvida no fornecimento de material de guerra à Rússia, que foi utilizado para atacar território ucraniano.

Falamos de drones kamikaze, com um custo bastante baixo, de fácil lançamento e com um elevado poder destruidor, apesar da sua velocidade no ar ser bastante lenta em relação aos mísseis de cruzeiro, o que constitui uma oportunidade para a defesa aérea.

Kiev afirma que a Rússia comprou 2.400 exemplares, que começaram a ser entregues entre agosto e setembro. Segundo fontes ucranianas, só esta segunda-feira 43 drones atacaram o país.

Apesar de o Governo iraniano ter negado tais acusações, Washington diz reunir provas mais que suficientes.

“Agora que reunimos provas suficientes, estamos a trabalhar numa resposta europeia clara, rápida e firme”, disse, também, Nabila Massrali, porta-voz do chefe da diplomacia europeia, Josep Borrell.

Uma lista de sanções já foi submetida aos estados-membros e espera-se uma resposta durante esta semana.

A pedido dos EUA, França e Reino Unido, o Conselho de Segurança da ONU reuniu esta quarta-feira, 19 de outubro, em Nova Iorque devido à presença destes drones na guerra.

Em sua defesa, o representante permanente adjunto da Rússia na ONU, Dmitry Polyanskiy, adiantou que iria reconsiderar a cooperação com o secretário-geral da ONU, António Guterres, na eventualidade de haver uma missão de inspeção desta situação.

O principal diplomata iraniano na ONU, Saeed Iravani, admitiu haver uma longa cooperação de defesa com a Rússia, mas remata que o Teerão não apoia esta guerra e que, por isso, não foram fornecidas armas.

Na segunda-feira, os europeus já tinham sancionado onze altos responsáveis iranianos, entre eles o chefe da polícia da moralidade, envolvidos na repressão aos protestos desencadeados pela morte de Mahsa Amini, uma jovem de 22 anos que morreu no hospital a 16 de setembro, depois de ser detida pela polícia da moralidade por não utilizar devidamente o véu islâmico.

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