Vendido

Ser (des)IGUAL na Europa – Vamos falar? (1ª edição)

Gratuito

25 horas
Educadores de Infância, Professores dos Ensinos Básico e Secundário e Professores de Educação Especial
Formação a Distância (Meet+Moodle)
CCPFC/CC-125063/24

DCP: Não

Esgotado

722

Calendarização

  • Sessões síncronas:
  • 25.9.2025, das 18:00:00 às 20:00:00
  • 30.9.2025, das 18:00:00 às 20:00:00
  • 2.10.2025, das 18:00:00 às 20:00:00
  • 7.10.2025, das 18:00:00 às 20:00:00
  • 9.10.2025, das 18:00:00 às 20:00:00
  • 14.10.2025, das 18:00:00 às 20:00:00
  • 16.10.2025, das 18:00:00 às 20:00:00
  • 21.10.2025, das 18:00:00 às 20:00:00
  • 29.10.2025, das 18:00:00 às 20:00:00

Formador/a

Joana Cardoso

Joana Cardoso

5,0/5
Mestre em Desenvolvimento Motor pela Faculdade de Ciências do Desporto da Universidade do Porto.
Licenciada em Terapia Ocupacional pela Escola Superior de Saúde do Instituto Politécnico do Porto.
Responsável pela gestão do Centro de Recursos de apoio à empregabilidade,


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Descrição

A ação de formação “Ser (des)IGUAL na Europa – Vamos falar?” pretende criar um espaço de reflexão e de partilha de conhecimento que contribua para a construção da inclusão social das pessoas com deficiência de acordo com os princípios da União Europeia.

Objetivos

Identificar os princípios da União Europeia no que concerne aos contextos escolares e à inclusão das crianças e jovens com deficiência e incapacidade.
– Promover o conhecimento sobre a evolução do conceito de deficiência do ponto de vista social.
– Capacitar os docentes para identificar os principais desafios no desempenho com que se deparam as crianças com diferentes deficiências.
– Reconhecer a importância da autodeterminação na promoção da inclusão social.
– Desenvolver competências para promover a inclusão na sua prática enquanto docente.
– Assegurar uma concetualização critica alinhada com os valores da União Europeia.

Conteúdos

Apresentação (2 h síncronas)

Modulo 1. Contextualização do ser des(igual) (4 h síncronas + 1 h assíncronas)
1.Concetualização da deficiência a sua evolução histórica
1.1 Do paradigma da exclusão ao paradigma da inclusão
1.2 Conceito de deficiência cognitiva, sensorial e motora e significado da sua referenciação à norma. Mudança de paradigma de “normalidade” para o paradigma da diversidade.

Modulo 2. O significado de ser des(igual) e sentir-se incluído (4 h síncronas + 2 h assíncronas)
2. O conceito de participação e autodeterminação e sua relação com a inclusão e qualidade de vida.
2.1. Concetualização da autodeterminação e sua importância e relação com participação.
2.2. Como construir oportunidades de autodeterminação (prática centrada na pessoa e construção de objetivos individuais)
2.3 Do exercício do direito/dever à advocacia: o caminho para a implementação da convenção internacional dos direitos das pessoas com deficiência.
2.4. Definição e compreensão do conceito de discriminação.
2.5 Promoção de ambientes inclusivos a importância da adoção e desenvolvimento de atitudes inclusivas.

Modulo 3. Valores, princípios e políticas da União Europeia (6 h síncronas +3 h assíncronas)
3.1. Valores e recomendações da União Europeia e princípios para construir sociedades inclusivas.
3.2. Enquadramento das políticas sociais para a inclusão das pessoas com deficiência nos Estados Membros. Estratégia Europeia sobre os direitos das pessoas com deficiência 2021-2030
3.3. Enquadramento das políticas europeias para a educação inclusiva, estudos sobre a sua implementação em vários estados membros
3.4. A contextualização da educação inclusiva em Portugal enquanto estado membro.
3.5. Debate sobre ser des(igual) em Portugal enquanto estado membro da Europa.

Avaliação (2 h síncronas e 1 h assíncrona)

Avaliação

O regime de avaliação dos formandos contempla uma perspetiva formativa, realizada durante a formação, para promover o desenvolvimento das aprendizagens com vista ao ajustamento de processos e estratégias e, no final da formação, uma avaliação sumativa tendo por base uma reflexão final.

Os critérios de avaliação a utilizar incidem nos seguintes parâmetros:
– Participação ativa nas sessões – 25%;
– Realização de tarefas/atividades práticas– 50%;
– Reflexão final – 25%

A avaliação dos formandos é realizada nos termos do despacho n.º 4595/2015, de 6 de maio. Avaliação quantitativa na escala de 1 a 10 valores, com menção qualitativa de:
Excelente – de 9 a 10 valores;
Muito Bom – de 8 a 8,9 valores;
Bom – 6,5 a 7,9 valores;
Regular – 5 a 6,4 valores;
Insuficiente – 1 a 4,9 valores.

O certificado de formação é emitido mediante a assiduidade de dois terços das horas de formação e a conclusão da ação com aproveitamento.

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