Vendido

Segurança, defesa e paz em contexto europeu: utopia ou realidade? (1ª edição)

Gratuito

25 horas
Professores dos Grupos 400, 420 e 430.
Formação a Distância (Meet+Moodle)
CCPFC/ACC – 120547/23

DCP: Sim

Esgotado

746

Calendarização

  • Sessões síncronas
  • 5.2.2026, das 18:00:00 às 19:00:00
  • 9.2.2026, das 18:00:00 às 20:30:00
  • 12.2.2026, das 18:00:00 às 20:30:00
  • 19.2.2026, das 18:00:00 às 20:30:00
  • 26.2.2026, das 18:00:00 às 20:30:00
  • 5.3.2026, das 18:00:00 às 20:30:00
  • 9.3.2026, das 18:00:00 às 20:30:00
  • 12.3.2026, das 18:00:00 às 20:30:00
  • 16.3.2026, das 18:00:00 às 19:30:00

Formador/a

Raquel Freire

Raquel Freire

5,0/5

Descrição

Nota:
– Formandos a frequentar outras ações no âmbito Up Skills só poderão ser selecionados em caso de vaga;
– Após inscrição deve aguardar por email de seleção. Não contactamos os formandos não selecionados;
– A seleção dos formandos é efetuada por ordem de inscrição.

Esta formação visa responder a um contexto europeu em rápida mudança face aos múltiplos desafios e crises que a União Europeia (UE) enfrenta. Compreender os desenvolvimentos das políticas de segurança e defesa e como estas informam, ou não, a paz, torna-se necessário face a dinâmicas internas nem sempre convergentes, como por exemplo face ao desenvolvimento de populismos ou a violações sérias de direitos e liberdades fundamentais, como vem acontecendo em alguns países membros. Além do mais, entender a multiplicidade da segurança afigura-se central face às pressões externas nos processos de decisão interna. Falar de segurança ambiental, segurança energética ou de segurança humana, tal como continuar a falar de segurança militar e de questões de defesa, passou a fazer parte do nosso quotidiano. Como a UE se tem posicionado e procurado gerir diferenciais internos torna-se relevante na compreensão dos caminhos tomados.
Os desenvolvimentos internos na UE, que se afirma desde cedo como ator normativo, promotor de paz, e que mais recentemente assume uma agenda geopolítica, traduz também uma potencial reorientação que merece uma atenção mais cuidada, pelas implicações que tem no próprio entendimento do projeto europeu. Neste quadro de grandes desafios internos, muito pressionados pelo contexto externo, a reflexão sobre utopia ou realidade em relação às agendas de segurança, defesa e paz apresenta-se como muito necessária.

Objetivos

Consolidar conhecimentos e trazer novas abordagens e reflexão crítica sobre as dimensões da segurança, defesa e paz no quadro da União Europeia (UE).
– Identificar os principais desafios à segurança e defesa da União Europeia, os instrumentos e atores mobilizados, bem como os diferenciais e linhas de consenso internos.
– Analisar os desenvolvimentos nas áreas da segurança, defesa e paz, atualizando-os, e contextualizando-os na interseção entre políticas europeias e estados membros, bem como em resultado de pressões no espaço europeu mais alargado.
– Reconhecer novas abordagens à segurança, além do tradicional entendimento da segurança militar; novas abordagens à defesa, incluindo em contexto de ameaças híbridas; novas abordagens à paz, desde a paz formal e técnica até ao imperativo da paz estrutural e inclusivasustentável.
– Reconhecer lógicas de ação/reação e momentos de integração/desintegração.
– Debater as dinâmicas associadas à segurança e à paz, refletindo sobre se estas se afirmam como realidade ou são apenas parte de um exercício utópico.
– Concetualizar exercícios para abordagem do tema em sala de aula.

Conteúdos

Apresentação
– Apresentação da formação e participantes.
– Condições de funcionamento.

Módulo I – Segurança, defesa e paz: conceitos, atores e debates.
Exercício de contextualização temática:
– Concetualização de segurança, defesa e paz;
– Novas abordagens aos conceitos;
– Atores e debates no quadro da segurança e defesa e nos estudos para a paz, e a UE.

Módulo II – UE ator internacional.
– Que ator é a UE?
– Políticas, instrumentos, identidade: as dimensões materiais e não-materiais da definição da UE;
– Políticas internas e a dimensão externa destas; processos de decisão;
– Política comum de segurança e defesa: objetivos e, instrumentos e atores; desafios associados e implicações.

Atividade prática na plataforma (sessão assíncrona).

Módulo III – UE: comunidade de segurança e paz?
– Desafios internos e a construção de uma comunidade de segurança: a sustentabilidade da paz;
– Da dimensão normativa à Comissão geopolítica: significado e implicações para o desenvolvimento da UE; respostas e ações/reações aos múltiplos desafios nestas áreas; será possível conciliar agendas?

Atividade prática na plataforma (sessão assíncrona).

Módulo IV – UE: da teoria à prática – representações pedagógicas dos debates da segurança, defesa e paz.
– Conceção de representações pedagógicas dos debates da segurança, defesa e paz.
Apresentação e discussão dos trabalhos em coletivo, com o objetivo de consolidar reflexão e debates.
Avaliação dos trabalhos apresentados.

Módulo V – Reflexão.
Exercício de reflexão: Segurança, defesa e paz: utopia ou realidade?

Avaliação

O regime de avaliação contempla uma perspetiva formativa, realizada durante a formação, de modo a promover o desenvolvimento das aprendizagens e de reflexão crítica, através de momentos de interação e debate; um trabalho de grupo desenvolvido ao longo da formação com a apresentação em sessão síncrona; e uma reflexão final individual sobre a temática em estudo.

Os critérios de avaliação a utilizar incidem nos seguintes parâmetros:
– Colaboração e participação ativa nas atividades propostas – 30%;
– Produção de conteúdos – trabalho de grupo (clareza dos conteúdos, criatividade, inovação e transmissão de conhecimento através dos materiais desenvolvidos) – 45%;
– Reflexão final – 25%

A avaliação dos formandos é realizada nos termos do despacho n.º 4595/2015, de 6 de maio. Avaliação quantitativa na escala de 1 a 10 valores, com menção qualitativa de:
Excelente – de 9 a 10 valores;
Muito Bom – de 8 a 8,9 valores;
Bom – 6,5 a 7,9 valores;
Regular – 5 a 6,4 valores;
Insuficiente – 1 a 4,9 valores.

O certificado de formação é emitido mediante a assiduidade de dois terços das horas de formação e a conclusão da ação com aproveitamento.

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